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Novidades Oraculum…

Aos assinantes e visitantes do Oraculum Blog informamos que em breve estaremos aumentando nossa familia com a criação do Oraculum Money um blog dedicado a tratar sobre Finanças, fechamos acordo com um bom articulador no assunto e acreditamos que em breve estaremos colocando mais participante no nosso time. Fiquem no aguardo porque grandes dicas sobre finanças estão por vir…

 

Desarmamento – Why don´t you shut up, Mr Alston?

“Só há direitos humanos para aqueles que não os respeitam”

Del. Gilberto Ribeiro – Chefe da Polícia Civil RJ

Eu não sou de elogiar políticos em geral e governantes em particular, mas neste caso sou obrigado a abrir uma exceção. Eu me refiro à atitude do governador do estado do Rio de Janeiro, recusando-se a receber o senhor Philip Alston, funcionário da ONU, que veio especialmente ao Brasil para investigar arbitrariedades e violências cometidas por policiais brasileiros contra infelizes excluídos das benesses de uma sociedade egoísta e hipócrita (para quem não entendeu a ironia: traficantes de drogas, assassinos, assaltantes etc., etc.).

A razão alegada pelo governador foi a de que o senhor Alston não fez o que mandam as regras da etiqueta e das boas relações entre pessoas educadas: pedir uma audiência. Possivelmente o comissário da ONU imaginou que poderia fazer com o governador o que o presidente da Venezuela faz com o Grande Apedeuta: avisa que está chegando minutos antes do seu avião aterrissar em Brasília ou aparece em reuniões para as quais não foi convidado, como a reunião entre os presidentes do Brasil, Argentina e Bolívia quando o Loco Chávez, para surpresa de Lula, adentrou a sala de reuniões.

Em defesa do representante da ONU é preciso que se diga que a falta de educação e desrespeito pelas autoridades brasileiras é prática comum entre os membros daquele organismo e afiliados. Basta lembrar o que fez o ex-representante da Unesco no Brasil, Jorge Werthein, com Severino Cavalcanti, então presidente da Câmara dos Deputados. Com o pretexto de apresentar um relatório sobre a violência, Werthein pediu a ele que acelerasse a votação do projeto que estabelecia o referendo sobre a comercialização de armas de fogo, em outubro, numa clara ingerência de um organismo internacional nos assuntos internos de um país. Na ocasião disse Wethein a Severino: “Os altos índices de morte no Brasil, acima da maioria de seus vizinhos latino-americanos, são conseqüência direta da facilidade de acesso a armas de fogo. Somente uma medida como a proibição da venda fará os índices caírem substancialmente, disse. Para nossa sorte, mais de 60% da sociedade brasileira discordou da opinião do representante da Unesco. Mais detalhes sobre essa grosseira interferência estrangeira em um dos poderes da República o leitor encontrará em meu artigo publicado neste site, intitulado: Desarmamento: UNESCO, uma intromissão indevida.

“Relator da ONU demonstra espanto com relatos sobre a violência policial” – esta é a chamada da matéria do Globo, de 8/11/2007, página 17. O relator da ONU, o australiano Philip Alston (que Ancelmo Góes, do Globo, em mais uma ancelmada, disse ser inglês) mostrou-se espantado com os relatos de parentes de vítimas mortas pela polícia no Rio de Janeiro. Aí já começa a ser exposta a parcialidade do senhor Alston: por que ouvir apenas os parentes de vítimas mortas pela polícia do Rio de Janeiro e não os parentes de pessoas mortas pela bandidagem? Será que foi ouvida a família do dublê de ação e ator Cláudio Luciano da Silva, 33 anos, assassinado por criminosos em 4/10/2007? A razão para o assassinato? Cláudio desobedeceu às ordens do tráfico andando pela calçada em vez de fazê-lo pelo meio da rua conforme determinou o chefe local do tráfico. Ou quem sabe o nobre representante da ONU tenha se interessado em ouvir as centenas de parentes de policiais, militares das três Forças, ou mesmo bombeiros que, quando vítimas de um assalto e descoberta sua profissão são sumariamente executados? Eu duvido.

O senhor Alston também se encontrou com a Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Rio de janeiro, com o Secretário de Segurança Pública e iria no dia 10/11 visitar a Morro do Alemão, no Rio, um dos lugares mais violentos do Brasil. Além disso, reuniu-se com as indefectíveis ONGs. Não me consta que entre as ONGs ouvidas esteja Viva Polícia, um organização não governamental que defende os policiais e suas famílias. Se de fato ele não recebeu os dirigentes da Viva Polícia, está dada à inequívoca demonstração de sua parcialidade.

Dia seguinte (9/11) o mesmo o Globo publicou na página 16 que dois policiais foram fuzilados em uma cabine da PM, no morro do Andaraí. Eles são apenas mais dois nomes de uma infindável lista. Talvez nenhuma polícia no mundo morra tanto quanto a polícia do Rio de Janeiro. Milhares de pais, mães, esposas, filhos e filhas de policiais curtem em silêncio a dor da perda de seus entes queridos, heróis sem nome de uma guerra sem fim. Essas famílias destroçadas, obrigadas muitas vezes a mudar de residência para fugir da sanha dos traficantes, sobrevivem da magra pensão que o governo lhes paga e não têm suporte nem assistência da mídia, do Governo, da maioria esmagadora das ONGs ou da ONU. E, por favor, senhor Alston, não venha com a explicação idiota de que uma coisa é uma coisa e outra coisa…

 

Como é de praxe, o senhor Alston não poderia deixar de dar sua contribuição ao bestialógico que assola a turma dos antiarmas. Vejam o que ele declarou ao Globo de 11/11/07 (pág. 19): “Se uma pessoa trafica, o procedimento é prendê-la. Se há risco de vida para a polícia, ou alguém por perto, isso justifica usar a força, mas não matar”. Escuta aqui, mister, por que você não se cala? (copyright by Dom Juan Carlos, rei da Espanha). O que o senhor quer dizer com usar a força? Que a polícia jogue pedras nos traficantes que estão atirando no policial com um AR-15 ou um AK-47? Ou talvez que ele vá até o bandido, jogue spray de pimenta na cara dele e o imobilize com uma chave de braço? Spray de pimenta? Chave de braço? Daqui a pouco uma ONG qualquer da vida vai me acusar de estar pregando violência contra essas pobres vítimas de nossa empedernida sociedade!

Eu tenho uma sugestão para dar a mister Alston: quando a polícia estiver se preparando para subir o morro para prender um traficante, que vá à frente o senhor ou integrantes do Viva Rio, Tortura Nunca Mais, OAB e negocie com o marginal e seu bando a entrega das armas e das drogas. Aí sim, se um marginal for morto, poder-se-á culpar os agentes da lei.

Não é preciso ter bola de cristal nem ser adivinho para antecipar o relatório de Mr. Alston. Como costuma acontecer nesses casos, será uma longa e lacrimosa arenga sobre as atrocidades policiais, contadas por mães ou esposas de traficantes que naturalmente jurarão de pés juntos que seu filho ou marido era um infeliz trabalhador que foi vítima da truculência policial. E para dar maior credibilidade a isso irão adicionar algumas das habituais distorções de números cometidas pelos especialistas da ONU.

Sobre o outro lado, silêncio.

 

Fonte: Mídia Sem Máscara

Lula é a cara do Brasil que o escolheu!

Ainda inconformado com a abstinência imposta pela reportagem do jornalista americano Larry Rother, o presidente Lula fica muito mais interessante quando desanda a falar depois de almoços em homenagem a forasteiros ilustres, sempre regados a vinho. Autorizado pelo cerimonial, o anfitrião ergue um brinde ao visitante e, até a hora da sobremesa, molha a garganta com três ou quatro taças. É a dose certa para lubrificar a garganta e destravar a língua de Lula. Foi assim na quarta-feira passada, ao fim do almoço no Itamaraty em louvor do presidente da Guiné-Bissau.

        Alguns jornalistas estavam lá para saber o que Lula achara do incidente entre o rei Juan Carlos e o presidente Hugo Chávez. Como já deixara Santiago, o comandante do Aerolula não testemunhara o cala-boca. Mas um falante compulsivo não nega fogo. Agarrado a generalizações e irrelevâncias, caminhou por alguns metros sobre o muro da neutralidade.

       De repente, sem que alguma pergunta inconveniente tivesse atrapalhado a travessia, o malabarista resolveu alterar a rota. Perdeu o equilíbrio e perdeu o rumo. “Podem criticar o Chávez por qualquer coisa, mas não por falta de democracia na Venezuela”, esbravejou Lula, pronto para brigar com repórteres que, até então, não haviam criticado nem ligeiramente a reencarnação enlouquecida de Simón Bolívar. Enquanto os ouvintes convalesciam do espanto, a ofensiva concentrou-se nos que resistem a chicanas constitucionais forjadas para perpetuar o inquilinato de Chávez no Palácio Miraflores.

       ”Por que ninguém se queixa quando a Margareth Thatcher fica tanto tempo no poder?”, quis saber. “E o Felipe González, o François Mitterrand, o Helmuth Kohl?”.

       Um repórter ponderou que “são situações distintas”: como se aprende no colégio, há diferenças consideráveis entre monarquias parlamentaristas, repúblicas que adotam o parlamentarismo puro e outras que confiam a chefia do governo ao primeiro-ministro sem reduzir o presidente a figura decorativa. “Não tem nada de distinto”, irritou-se o homem que, por ter driblado os estudos, não conhece esses assuntos nem de vista. “O que importa não é o regime, é o exercício do poder”.

       Reduzido à sua essência, o falatório delirante era um recado ao Brasil: o presidente está louco por um terceiro mandato. E topa ­ se assim Deus mandar e se essa for a vontade do povo ­ passar a vida inteira no poder.

 

       Faltou um Juan Carlos para recomendar-lhe que parasse de dizer bobagens. Faltou um José Luis Zapatero para ensinar ao onisciente de araque que existem diferenças abissais entre genuínas democracias e falsificações cucarachas. Faltou, sobretudo, uma voz que gritasse a verdade perturbadora: há quase cinco anos, o Brasil é governado por um homem que seria reprovado no mais singelo concurso público que incluísse uma prova de conhecimentos gerais.

       Essa verdade se desdobra em outras duas. Primeira: nunca houve um presidente tão visceralmente ignorante. Segunda: ele é a cara do Brasil que o escolheu.

       Milhões de eleitores hoje se sentem dispensados de ler, estudar, pensar.

       O pastor não precisou de nada disso para chegar lá. Bastaram a intuição e a esperteza. Cumpre ao rebanho segui-lo. O país está submerso na Era da Mediocridade.

       Enquanto não voltar à tona, Lula será o homem certo no lugar certo.

Eu sou o perigo

Peço ao leitor a gentileza de examinar brevemente esta seqüência de fatos: Em Abril de 2001, o traficante Fernandinho Beira- Mar confessa que compra e injeta no mercado brasileiro, anualmente, duzentas toneladas de cocaína das Farc em troca de armas contrabandeadas do Líbano.

7 de dezembro de 2001: o Foro de São Paulo , coordenação do movimento comunista latino-americano, sob a presidência do sr. Luís Inácio Lula da Silva, lança um manifesto de apoio incondicional às Farc, no qual classifica como “terrorismo de Estado” as ações militares do governo colombiano contra essa organização.

17 de outubro de 2002: O PT, através do assessor para assuntos internacionais da campanha eleitoral de Lula, Giancarlo Summa, afirma em nota oficial que o partido nada tem a ver com as Farc e que o Foro de São Paulo é apenas “um foro de debates, e não uma estrutura de coordenação política internacional”.

1º. de março de 2003: O governo petista estende oficialmente seu manto de proteção sobre as Farc, recusando-se a classificá-las como organização terrorista conforme solicitava o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe.

24 de agosto de 2003: O comandante das Farc, Raul Reyes, informa que o principal contato da narcoguerrilha no Brasil é o PT e, dentro dele, Lula, Frei Betto e Emir Sader.

15 de março de 2005 : Estoura o escândalo dos cinco milhões de dólares das Farc, que um agente dessa organização, o falso padre Olivério Medina, afirma ter trazido para a campanha eleitoral do sr. Luís Inácio Lula da Silva. O assunto é investigado superficialmente e logo desaparece do noticiário.

2 de julho de 2005: Discursando no 15º. aniversário do Foro de São Paulo , o sr. Luís Inácio Lula da Silva entra em contradição com a nota de 17 de outubro de 2002, confessando que o Foro é uma entidade secreta, “construída para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política”, que essa entidade interferiu ativamente no plebiscito venezuelano e que ali, em segredo, ele próprio tomou decisões de governo junto com Chávez, Fidel Castro e outros líderes esquerdistas, sem dar ciência disto ao Parlamento ou à opinião pública.

9 de abril de 2006: o chefe da Delegacia de Entorpecentes da PF do Rio, Vítor Santos, informa ao jornal O Dia que “dezoito traficantes da facção criminosa Comando Vermelho — entre eles pelo menos um da Favela do Jacarezinho e outro do Morro da Mangueira — vão periodicamente à fronteira do Brasil com a Colômbia para comprar cocaína diretamente com guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Os bandidos são alvo de investigação da Polícia Federal. Eles ocuparam o espaço que já foi exclusivo de Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar”.

12 de maio de 2006 : o PCC em São Paulo lança ataques que espalham o terror entre a população. Em 27 de dezembro é a vez do Comando Vermelho fazer o mesmo no Rio de Janeiro.

18 de julho de 2006: o Supremo Tribunal Federal, sob a pressão de um vasto movimento político orquestrado pelo PT, concede asilo político ao falso padre Olivério Medina, agente das Farc.

16 de maio de 2007: o juiz Odilon de Oliveira, de Ponta-Porã, divulga provas de que as Farc atuam no território nacional treinando bandidos do PCC e do Comando Vermelho em técnicas de guerrilha urbana.

12 de fevereiro de 2007: as Farc fazem os maiores elogios ao PT por ter salvo da extinção o movimento comunista latino-americano por meio da fundação do Foro de São Paulo .

Agosto de 2007: Nos vídeos preparatórios ao seu 3º. Congresso , o PT admite que seu objetivo é eliminar o capitalismo e implantar no Brasil um regime socialista; e fornece ainda um segundo desmentido à nota de Giancarlo Summa, ao confessar que o Foro de São Paulo é “um espaço de articulação estratégica” (sic).

19 de setembro de 2007: Lula oferece o território brasileiro como sede para um encontro entre Hugo Chávez e os comandantes das Farc .

Entre esses fatos ocorreram outros inumeráveis cuja data não recordo precisamente no momento, entre os quais o fornecimento maciço de armas às Farc pelo governo Hugo Chávez, uma campanha nacional de mídia para desmoralizar o analista estratégico americano Constantine Menges, que divulgava a existência de um eixo Lula-Castro-Chávez-Farc , os tiroteios entre guerrilheiros das Farc e soldados do Exército brasileiro na Amazônia, as denúncias de que as Farc davam treinamento em guerrilha urbana aos militantes do MST e, é claro, várias assembléias gerais e reuniões de grupos de trabalho do Foro de São Paulo . A existência de uma ligação profunda, constante e solidária entre o PT e as Farc é um fato tão bem comprovado, que quem quer que insista em negá-la só pode ser parte interessada na manutenção do segredo ou então um mentecapto incurável.

Também não me parece possível ocultar a evidência de que essa ligação não é só bilateral, mas envolve, em maior ou menor grau, todas as entidades participantes do Foro de São Paulo , a maior organização política do continente, da qual as Farc e movimentos similares constituem os diversos braços armados, atuando em torno e dentro do território brasileiro sob a proteção do nosso governo federal, chefiado, como se sabe, pelo próprio fundador do Foro .

Não me perguntem como e por que fatos dessa magnitude nunca foram objeto de uma CPI, nem sequer de um breve debate no Congresso, muito menos de algum esforço de reportagem da parte de uma mídia que se gaba de ser tão afeita a investigações perigosas. As explicações são muitas – espírito de traição, testemunhas que desaparecem, dinheiro que rola, cumplicidade, oportunismo, covardia, estupidez – e nem vale a pena repassá-las. Mas há uma que, pelo pitoresco, deve ser aqui registrada.

O vício dos cursos de auto-ajuda, pagos a peso de ouro e valorizados mais por isso do que por qualquer resultado comprovado, infundiu na classe dominante brasileira uma fé sem limites no poder do pensamento positivo.

Muita gente nas altas rodas acredita piamente que, se você repetir com perseverança o mantra ” O comunismo acabou ”, o movimento comunista terá cessado de existir. Acredita até que, diante de sujeitos que se declaram abertamente comunistas, como os srs. Aldo Rebelo ou Quartim de Moraes, a firme decisão de pensar que eles são outra coisa há de transformá-los nessa outra coisa.

Quanto aos indivíduos que se associam aos comunistas, participam de congressos comunistas, são tidos como comunistas fiéis pelos próprios comunistas e fazem planos para a tomada do poder continental junto com os comunistas, mas não admitem em público que são comunistas, a mera hipótese de que o sejam em segredo é repelida com desprezo ou indignação e alegada como prova de que o autor da sugestão é um perigoso extremista de direita, tão exagerado e fanático que talvez seja ele mesmo, sob camuflagem direitista, um agente provocador a serviço do comunismo internacional.

Chegamos assim à adorável conclusão de que o único comunista – ou pelo menos o único perigoso – sou eu. Portanto, basta não me dar ouvidos, e pronto: o Brasil está a salvo da ameaça comunista.

Não resta dúvida de que, nesse sentido, o Brasil tem hoje o mais vasto, organizado e poderoso front anticomunista já registrado ao longo de toda a História universal.

Publicado pelo Midia sem Mascara

2 bilhões de fotos

Foi marca atingida pelo Flickr, que conta com um envio médio (por minuto) de 4 mil fotos.

logo_herdeirodocaos.gifpost by  Herdeiro do Caos

Vídeo sobre o GPhone, plataforma Android

Vídeo com  Sergey Brin e Steve Horowitz sobre as possibilidades do STK, que está sendo chamado de sucessor do Open Source, eles apresentaram algumas funções legais, porém em versão experimental do futuro GPhone (Google Phone).

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MySpace Brasil Beta está no ar!

Líder mundial no ramo das redes sociais estréia em versão beta para os usuários brasileiros.
Finalmente o orkut, do Google, ganha um concorrente de peso no Brasil. Segundo a empresa ComScore, o MySpace é a rede social mais popular do mundo, com 65 milhões de usuários únicos.

A versão em português, chamada de MySpace Brasil, já está repleta de anúncios e tem alguns itens, como os vídeos sugeridos pela MySpace TV, ainda em inglês devido à falta de conteúdo produzido por brasileiros.

Quem já tem conta no MySpace em inglês deverá escolher, após o primeiro login, se quer continuar na versão original ou se quer mudar para a versão em português.

A rede social do grupo News Corp. também deverá ganhar versões especiais na Índia na Polônia e na Rússia.

Fonte: http://world-diverse.blogspot.com/ 

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Fotos da nova versão do Orkut, aceitando APIs do OpenSocial

Após perder a briga de compra de uma porcentagem do Facebook para a Microsoft, o Google perdeu a cabeça e planeja rapidamente a inclusão do OpenSocial nas redes sociais mais famosas do mundo, com parceiras de aplicações já famosas no Facebook, como o iLike, Slide, RockYou e Flixter, as redes Orkut, Hi5, Ask a Ninja, Tudiabetes, DubPages e Friendster serão beneficiadas com as excelentes aplicações.

Apesar de toda popularidade do Orkut no Brasil e na Índia, o Google perde feio para o MySpace e Facebook nos EUA, o mercado mais importante, tratando-se de finanças – anúncios -, sendo assim a gigante espera atrair mais usuários já que a sua rede cada vez mais está recursos interessantes e visual atrativo.

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Fotografia digital: Velocidade de car…

 

Fotografia digital: Velocidade de cartões de memória


Julio Preuss – 31/01/2007 – 11:01

Se você é dono de uma câmera digital compacta, ou mesmo de uma reflex amadora, já deve ter passado pela desagradável experiência de bater uma foto e tentar, sem sucesso, capturar uma outra imagem logo em seguida. Ou então, depois de registrar toda uma seqüência de fotos do filhão driblando os zagueiros adversários, a câmera engasgar justo na hora do gol e da comemoração.

Muitas vezes, este tipo de frustração é culpa da velocidade da câmera. Não a do obturador, que nos modelos com funções manuais é ajustada junto com a abertura, mas do modo de disparo contínuo. Quase toda digital moderna tem uma função, representada por três retângulos sobrepostos, para capturar várias fotos em seqüência quando mantemos o disparador pressionado. Algumas têm até mais de uma velocidade, sendo a mais alta geralmente identificada pela letra H (de high speed).

O problema é que, às vezes, mesmo com uma boa câmera devidamente configurada para o disparo rápido e o fotógrafo fazendo tudo direitinho (não tirando o dedo do “gatilho” entre uma foto e outra, por exemplo), o resultado deixa a desejar. Se a câmera demora muito entre uma foto e outra, pode ser hora de trocar por um modelo mais avançado. Já se a demora fica insuportável apenas depois de um determinado número de fotos, o culpado pode ser o cartão de memória .

Muita gente nunca se dá conta, mas cartões de memória de um mesmo padrão e capacidade podem ser muito diferentes entre si. Claro, existem as marcas mais baratas e as que cobram mais caro por uma suposta qualidade superior. Só que, mesmo no catálogo de um único fabricante, é possível encontrar duas, às vezes três versões diferentes de uma mesma capacidade de cartão. O que muda? A velocidade!

Quanto vale um X

O conceito é mais comum nos drives de CD-ROM e DVD, que freqüentemente trazem a velocidade estampada no painel frontal. Nos gravadores, ela é especificada em três valores diferentes, para leitura, gravação e regravação. Sim, estamos falando daqueles números seguidos pela letra “X”. Hoje em dia, unidades 40X e superiores são tão comuns que isso deixou de ser um fator determinante na hora da compra. Mas, no passado, um CD-ROM 12X dava um banho nos simplórios 4X.

A esta altura, já deve ter gente se perguntando o que isso tem a ver com os cartões de memória. Simples: o “X” usado em ambos os produtos representa a mesma coisa: a taxa de transferência de dados de um CD de áudio , igual a 150 kbps (kilobits por segundo). Um drive 40X, portanto, lê CD-ROMs a 6.000 kbps, ou aproximadamente 6 Mbps (megabits por segundo).

No mundo dos cartões de memória, a corrida começou na casa dos 4X, primeira velocidade a ser especificada em modelos supostamente mais rápidos que os demais, mas foram os 8X que se consagraram entre os fotógrafos exigentes daquele tempo, quando muitos fabricantes ainda nem divulgavam a velocidade dos cartões. Modelos 12X não tardaram a aparecer, mas eram caríssimos, coisa de profissional mesmo.

Hoje, este posto foi ocupado pelos 133X e 150X, com modelos de 40X e 80X preenchendo os patamares intermediários. Como a diferença de preço entre a versão mais rápida e a comum pode chegar a 100%, entender os benefícios de tantos “X” a mais passa a ser especialmente importante na hora de comprar “filme digital” para a sua câmera. Vale a pena pagar mais pela velocidade?

Quando faz diferença

Existem três momentos em que a velocidade do cartão pode fazer diferença. Nas câmeras mais simples, a demora entre uma foto e outra pode ser atribuída a um cartão lento, embora isto seja cada vez menos comum. Tudo porque os modelos mais avançados de anos atrás e até os populares de hoje em dia contam com o chamado “buffer”, uma memória interna, de alta velocidade, que guarda as fotos enquanto não são transferidas para o cartão. Se a câmera não tem buffer, o tempo entre uma foto e outra pode ser reduzido por um cartão mais rápido.

Já nos modelos com buffer – a maioria, atualmente – a velocidade do cartão é sentida na hora em que a câmera precisa transferir os dados da memória intermediária para ele. Em outras palavras: se você consegue tirar várias fotos em uma seqüência rápida, mas depois a câmera “engasga” por um longo tempo, um cartão mais rápido poderia ajudar. Algumas câmera continuam tirando fotos, em ritmo mais lento, enquanto transfere, os dados para o cartão. Outras, congelam totalmente até o buffer estar vazio.

O terceiro momento, geralmente desprezado por quem não fotografa muito, é a transferência das fotos para o computador. Se você dá conta deste processo conectando a própria máquina ao micro, já começou mal. Muito mais eficiente é sacar o cartão e espetá-lo num leitor dedicado, que hoje pode ser comprado em qualquer lojinha por menos de R$ 100. Bem mais rápidos que as câmeras, em especial as que ainda se limitam à conexão USB 1.1 (muuuuito mais lenta que a USB 2.0), os leitores externos quase sempre têm a velocidade limitada apenas pela do cartão de memória.

O que isso representa em termos práticos? Tratemos de fazer algumas contas para descobrir. Se você encher um cartão de 1 GB (um milhão de kilobytes, ou oito milhões de kilobits) e copiar seu conteúdo para o computador a 40 x 150 kbps (considerando um cartão de 40X, lento para os padrões atuais), levará, em tese, 8 milhões dividido por 6 mil segundos. Pouco mais de 20 minutos. Já com um cartão “topo de linha”, de 150X (22.500 kbps), a espera cairia para menos de 6 minutos!

Memorystick e xD são casos à parte

Toda esta história de X para cá e X para lá se aplica tanto aos grandalhões Compact Flash (CF) quanto aos atuais líderes de mercado, os cartões Secure Digital (SD). Já se a sua câmera é uma Sony, Olympus ou Fuji, que usam cartões Memorystick (a primeira) e xD Picture Card (as duas últimas), o panorama é um tanto diferente. Não que estes cartões não tenham opções de velocidade, mas por se tratarem de formatos total ou praticamente proprietários, a questão é abordada de modo diferente.

Nos MemoryStick, por exemplo, o grande salto de velocidade veio na mudança do padrão tradicional para o “Pro”, que elevou as taxas de transferência máximas de 14.400 kbps (96X) na leitura e 19.600 kbps (130X), na escrita, para até 160.000 kbps (mais de mil “X”), com um mínimo de 15.000 kbps de escrita. Há também as versões “high speed”, com requisitos mínimos ainda mais altos.

Quando o assunto é xD, os modelos de maior velocidade são identificados pela letra H junto à especificação da capacidade. Neles, as taxas de transferência devem ser de, no mínimo, 72.000 kbps (480X) na escrita e 120.000 kbps (800X), na leitura, contra 24.000 (160X) e 40.000 kbps (266X), respectivamente, nos cartões “comuns” com capacidade a partir de 64 MB (os menores podiam ser ainda mais lentos).