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Papel de parede XXII (Wallpaper)

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Walpaper XXI (Papel de parede)

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E-book: Operação Cavalo de Tróia: Saidan – vol. 3 (J.J. BENITEZ)

Continua o relato do major da NASA contando, com riqueza de detalhes, a infância de Cristo em Nazaré, além de uma análise minuciosa do “Corpo Glorioso” (o corpo ressuscitado de Jesus, do qual sempre ouvimos falar, sem saber o que era) pelos cientistas, por meio dos mais sofisticados equipamentos e recursos.

Editora: Mercuryo
ISBN: 8572720154
Ano: 2001
Volume: 3
Edição: 1
Número de páginas: 456
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Apesar dos e-books estarem crescendo cada vez mais, lembre-se que mesmo assim nada substitui o bom e velho livro de papel, portanto faça um esforço e procure comprar sempre que possível livros de papel pois sem eles não teríamos os nossos e-books.

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E-book: Uma Breve História do Mundo (GEOFFREY BLAINEY)

Um balanço da fantástica saga da humanidade, magistralmente compilada desde seus primórdios até os frenéticos dias em que vivemos. É como ver a paisagem pela janela de um trem em movimento, afirma Geoffrey Blainey, um dos mais aclamados historiadores da atualidade. Sem jamais perder o foco, Blainey vai mais além: descreve a geografia das civilizações e analisa o legado de seus povos. O leitor deve se preparar para uma viagem inesquecível: saberá como eram as noites dos primeiros nômades; testemunhará o surgimento das religiões; questionará a carnificina das guerras e acompanhará a ascensão e queda dos grandes impérios. Uma Breve História do Mundo vai entrelaçando a história de um povo a outro, de forma didática e vibrante. Distante de formalismos, o livro instiga e envolve o leitor página por página, levando-o a conhecer e interpretar melhor os fatos que nos levaram aos dias de hoje.

Editora: Fundamento
ISBN: 8588350777
Ano: 2004
Edição: 2
Número de páginas: 270
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

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Você faz parte – Talita Real

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E-book: Operação Cavalo de Tróia Vol. 2 – Massada (Benitez, J.j.)

Aqui o diário do Major registra fatos acontecidos após a Ressureição do Mestre e revela o conteúdo da “gravação” realizada durante a Última Ceia com os apóstolos. Quantas surpresas e quantos fatos não-revelados pelos quatro evangelistas!

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Palavra: Lava-te sete vezes (II Reis 5:10)

Palavra: Lava-te sete vezes (II Reis 5:10)

Este material elaborado abaixo foi destinado para auxiliar a pessoas que buscam um entendimento mais profundo da palavra de Deus e tenta transmitir as mensagens por um novo ponto de vista.

1 – Situação de Naamã.

Chefe do exercito do Rei da Síria; de respeito, porém leproso. Uma menina prisioneira e fiel ao serviço da mulher de Naamã, disse a sua senhora que se o seu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria ele ficaria curado da lepra.

Notificando o Rei de Israel, o Rei da Síria envia-lhe carta para que o curasse da lepra.

O Rei de Israel fica indignado e diz que ele não tinha cura alguma para dar, que ele não estava no lugar de Deus para curar alguém.

Elizeu, o profeta de Deus, ouvindo o que acontecera disse ao rei de Israel que deixasse ir a ele Naamã com sua comitiva, que se dirigiu e parou a porta da casa do profeta.

2 – Indignação de Naamã

Elizeu sabendo que Naamã chegara à sua casa, não apareceu mas somente mandou um mensageiro dizendo (II Reis 5:10):

“… Vai lava-te sete vezes no rio Jordão, e tua carne te tornarás e ficará purificado…”

Naamã era um homem que seguia a religião de seu rei, acostumados aos atos e cerimoniais utilizados pelos seus ministrantes, consistindo em ações mecânicas e visuais ditadas por fórmulas para impressionar o adorador – o que chamamos de LITURGIA – e fica indignado pois, no seu anseio e no seu entender, ele deveria proceder alguns rituais e se foi dizendo: Eis que dizia consigo mesmo:

“… Certamente ele sairá, por-se-a em pé, invocará o nome do Senhor seu Deus, e passará a mão sobre o lugar e restaurará o leproso.”

Em seguida considerou a insignificância daquela nação e de seu povo diante da supremacia da Síria sobre o mesmo, e achou que as águas do Jordão eram muito menos importantes que os rios de Damasco e disse:

“… Não são porventura Arbana e Farpar, rios de Damasco, melhores que todas as águas de Israel? Não me poderia eu lavar neles, e ficar purificado? E voltou-se e foi com indignação.”

3 – A Liturgia

O homem ainda que sincero e valoroso, guarda as tradições que recebeu de seus pais e de sua nação. Mormente quando seu pari goza de uma hegemonia econômica e cultural elevada em relação aos demais. Ainda que tenha temor de Deus e conhecimentos bíblicos, os recursos avançadíssimos de que dispõe – onde nada terreno lhe falta – os impulsiona a uma forte tendência de confiar na estrutura cultural em que foi criado, mesmo quando está doente. Isto esta impregnado em sua mente.

Assim, cuidando de buscar o espiritual ele quer ver uma expressão materializada para sua cura, ou seja, uma forma litúrgica. Naamã queria isso.

4 – A simplicidade do evangelho: O poder de Deus

Por isso é difícil crer que o Senhor, Deus verdadeiro, não precisa de nada disso para realizar a sua obra, que usa o menor quando o maior esta comprometido. O simples para confundir o sábio.

Então diante Naamã seus servos – mas sábios para Deus, disseram:

II Reis 5:13 “… Meu pai, se o profeta te dissera alguma grande coisa, porventura não farias: quando mais. Dizendo-te ele: lava-te e ficarás purificado”

5 – Lava-te sete vezes

O homem que não conhece o projeto de Deus, acostumado ao culto litúrgico que herdou de seus pais e da tradição, tem um complexo de opressões de que precisa ser libertado e o profeta, quando o manda lavar-te sete vezes, fala da purificação total de seus problemas, para que ficasse completamente curado. Parece um problema simples, mas o homem está travado dentro de um conjunto:

1 – Vaidade – Sairá

2 – Orgulho – Ficará de pé

3 – Presunção – Invocará o nome

4 – Religião – Passará a mão

5 – Mérito – Restaurará o leproso

6 – Razão – Arbana e Farpar

7 – Rebeldia – Voltou-se

1 – Vaidade – Ele sairá: Naamã tinha mentalidade de homem soberano, onde Deus é representado por homens que lhe obedecem e sentiu sua vaidade ferida porque o profeta não foi recebê-lo, só mandou um recado. Era a primeira coisa que precisa ser lavada (purificada)

2 – Orgulho – Ficará de pé: Naamã, segundo seu entendimento achava que o profeta tinha que ficar de pé para recebê-lo, por se tratar de um General, uma grande autoridade, pois na sua terra ele seria reverenciado dessa forma. Era o segundo mergulho para purificação de seu orgulho.

3 – Presunção – Invocará o nome de seu Deus: No sistema que conhecia ele precisava ouvir invocar o nome de seu Deus; Ele mandaria e o profeta obedeceria, o profeta invocava o seu deus obedeceria (era o seu sistema). Em Israel, com Deus verdadeiro não era assim. Essa presunção precisaria ser lavada nas águas do Espírito Santo (3º mergulho)

4 – Religião – Passará a mão sobre o local: Tratava-se de seus conceitos por uma longa convivência com o material. Para ele, o profeta teria que passar a mão para que fosse sentido o toque material, pois sua religião era materialista. Esse conceito precisa ser purificado (4º mergulho)

5 – Mérito – Restaurará o leproso: Não entendia que a purificação junto ao povo de Deus era uma operação do Senhor, seu entendimento era que os atos materiais trariam a solução visto que ele tinha méritos para isso, era uma boa pessoa, um bom general, um bom servidor dentro dos padrões de sua terra. Deveria entender que na purificação os méritos não possuem valor algum ( 5º mergulho )

6 – Razão – Naamã disse que os rios de Damasco – Arbana e Farpar – eram melhores que o “insignificante” Jordão de Israel. Aqui há um rio: lá em Damasco, nós temos dois e melhores. Noção de mais de um Salvador, de mais de um deus, na sua razão, Damasco está mais adiantado em cultura, em ciência e em tantas outras coisas em relação a Israel (em religião também). Essa razão humana seria purificada no 6º mergulho

7 – Rebeldia – Voltou-se indignado. Tudo que pensava foi contrariado. Não era capaz de aceitar uma orientação de Deus. Seu sistema composto de vaidade, orgulho, conceitos religiosos o deixou revoltado a ponto de decidir voltar para a Síria com a lepra, quando seus servos o disseram: Se o profeta lhe pedisse uma coisa grande certamente não faria? Naamã então se entrega e resolve descer ao Jordão. Quando desce ao Jordão, em cada mergulho ele recebe uma libertação: primeiro a vaidade, depois o orgulho, depois a presunção, depois a religião, depois o mérito, depois a razão e por fim a rebeldia e fica completamente restaurado.

6 – A cura – O homem convertido

II Reis 5:14: “… então desceu e mergulho no Jordão sete vezes como a palavra do homem de Deus: e sua carne tornou como a carne de um menino, e ficou purificado.”

Então Naamã purificado da lepra, convertido com novo entendimento confiando agora não no sistema religioso e material que aprendeu junto aos seus, mas conhecendo o Deus eterno volta a Elizeu e diz:

II Reis 5:15 – “… Eis que tenho conhecido que em toda terra não há deus senão em Israel…”

7 – A verdadeira adoração

Compreende a verdadeira adoração, entende que seus atos litúrgicos na religião de seu rei, não leva a necessidade interna do homem. Compreende que a obra de Deus é por fé e realizada pelo poder de sua palavra, não no material.

II Reis 5:17-18 – “E disse Naamã: Seja assim; dê-se a este teu servo uma carga de terra dum jugo de mula: porque nunca mais oferecera este teu servo holocaustos nem sacrificou a outros deuses, senão ao Senhor. Nisso perdoe o Senhor teu servo: quando meu senhor entrar na casa de Rimom para ali adorar, e ele se encostar na minha mão eu também me tenha que encurvar na casa de Rimom…”

8 – A Trindade

A menina – Figura da Igreja – Jesus que aponta o caminho da salvação (cura) do leproso. Nunca em Israel houve cura de leprosos, mas ele tinha a profecia.

Rei – (no sentido genérico): Figura do pai que não aceita pedido senão pelo filho;

Profeta – O espírito Snato que orienta o que o homem deve fazer. É a revelação invisível que não se toca, mas se crê (Eliseu não aparece, mandou um recado)

9 – O verdadeiro leproso – Falso adorador

Eliseu não aceita a recompensa de Naamã, mas Geazi corre atrás dele e receber dele bens: 02 talentos de prata e 02 mudas de vestido; retorna para casa e chega ao profeta como nada tivesse acontecido. Eliseu lhe pergunta: “donde vens Geazi?” E Geazi responde com palavras dissimuladoras, evasivas (não disse nada) que o denunciou, próprias de quem está comprometido, de mau crente: “Teu servo não foi a nem a uma nem a outra parte.”

Eliseu então declara a situação dele: Moço do profeta mas não era profeta, fala do caminho mas não anda no caminho, sua mente esta envolvida e tomada pelo material. Ele tomou 02 talentos de prata e 02 mudas de vestido, mas Eliseu o profeta revela o que estava no seu coração:

II Reis 5:26 – “… era isto ocasião para tomares prata, e para tomares vestidos, e olivais e vinhas e ovelhas e bois e servos e servas?” “… Então saiu de diante dele leproso, branco como a neve.”

Era o verdadeiro leproso: sua adoração não era sincera: no seu coração so existia o material, mente profissional – leprosa, que usa de tudo para ganhar, até das coisas de Deus.

10 – Conclusão

A adoração a Deus consiste em uma experiência viva com Ele. A liturgia é uma forma material que não alcança a obra, por mais inteligente que o homem seja e por mais avançada que seja sua nação.

O Senhor não precisa de homens superdotados para realizar a sua Obra, mas usa aqueles que dispõem a obedece-lo e buscam uma experiência com Ele.

Há muitos homens na liturgia, no partidarismo, no sectismo, no individualismo, no bairrismo, transmitida a eles por tradição, que virão às águas do Espírito Santo para uma experiência com Deus. Há alguns também que terão sua parte como Geazi, acomodando-se ao presente século.