E-book: O Chefe

O Chefe

Nas décadas de 60 e 70 do século 20, não foram poucos os brasileiros a desafiar os “donos” do poder e a combater por liberdade e democracia. Muitos tombaram, mas a luta não foi em vão. Hoje o Brasil é um país livre e democrático, como demonstram os serviços prestados pela imprensa na apuração do escândalo do mensalão. Nesse início de século 21, a luta das forças progressistas é por justiça social e distribuição de renda. E a luta passa prioritariamente pelo combate à corrupção. A construção de uma sociedade sem tantas desigualdades pressupõe uma imprensa atuante, sempre pronta a denunciar o clientelismo, o fisiologismo e o chamado toma-lá-dá-cá. Jornalistas têm a missão de zelar pela transparência das ações do poder constituído e pela boa aplicação do dinheiro público, apontando desvios e demais expedientes que lesem os direitos e os legítimos interesses do povo. Se houver responsabilidade e espírito público, teremos nas mãos as ferramentas necessárias para assegurar investimentos em projetos sérios, eficientes e de alcance social. Dessa forma, transformaremos o Brasil num país desenvolvido e em uma grande nação. O escândalo do mensalão confirma, uma vez mais, que a imprensa livre, pluralista e vigilante é imprescindível à democracia e ao Estado de Direito. Nada melhor para a sociedade do que jornalistas determinados, incapazes de se curvar a pressões econômicas, chantagens políticas ou ao benefício das sempre generosas verbas publicitárias, em troca da omissão e do silêncio sobre o jogo sujo dos “donos” do poder. Este livro homenageia dezenas de profissionais de imprensa, aqui citados nominalmente. São repórteres que não se intimidaram, não abaixaram a cabeça aos poderosos da vez, e contribuíram de forma decisiva para desvendar e elucidar o mais extenso e complexo esquema de corrupção governamental da história brasileira, em todos os tempos.

Ivo Patarra

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E-books Michael Moore

Michael Moore

O Livro Oficial do Filme Fahrenheit 11 de setembro

Mesmo que você não tenha assistido ao documentário de Michael Moore, Fahrenheit 11 de Setembro não pode deixar de ler este livro, pois permite que você veja como o diretor destrinchou os fatos em torno da história política de George W. Bush, dos atentados de 11 de Setembro e da guerra no Iraque, e como os utilizou em sua narrativa documental.
Além do roteiro completo, o livro inclui uma extensa relação de fontes e provas que servem de suporte para os relatos apresentados no filme, reunindo ainda artigos, cartas, fotos e cartuns sobre o mais influente documentário de todos os tempos, elogiado pela crítica e pelo público.
Antes mesmo de estrear, o filme já gerava polêmicas e quando entrou em cartaz nos EUA (em 24/06/2004), bateu o recorde de bilheteria para um documentário. O filme de Moore ganhou, com unanimidade, o prêmio de melhor filme de 2004, concedido pelo júri do Festival de Cannes, sendo o primeiro documentário norte-americano a ganhar a Palma de Ouro em Cannes.
O diretor Michael Moore também fez questão de que o filme chegasse aos cinemas americanos meses antes das eleições presidenciais nos EUA, como forma explícita de influenciar o voto dos eleitores. Mas um dos seus maiores méritos foi ter iniciado uma discussão internacional sobre a administração Bush – seu principal alvo – e a guerra do Iraque.

 

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Stupid White Men: uma Nação de Idiotas

O crítico mais impiedoso da América de George W. Bush e vencedor do Oscar 2003 de melhor documentário – com discurso de protesto – Michael Moore faz uma sátira-provocação sem precedentes sobre os Estados Unidos. A obra trata das contravenções de colarinho branco, em particular a fraude que levou Bush – perdedor das últimas eleições à presidência. Campeão de vendas nos EUA, Moore usa o riso como arma e mostra porque vivemos tempos de ficção.

 

 

 


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